E-commerce para franquias: Vale a pena?

No ano de 2016, o comércio eletrônico, mesmo num ambiente de crise econômica, teve 11% de aumento no faturamento, atingindo um total de R$ 53,4 bilhões. Para 2017 a previsão é que o setor alcance R$ 59,9 bilhões, segundo a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico).

Com base nesses dados, muitos franqueadores e franqueados se perguntam sobre as vantagens de expandir as vendas para o mundo virtual, passando a oferecer produtos e serviços também via e-commerce.

Não existem restrições de modelos de negócios que não encontrem um excelente canal de vendas no e-commerce. Nem mesmo o modelo de franquias.

O consumidor está conectado, seus concorrentes estão conectados, então sua empresa também deve estar. As pessoas querem comodidade e essa é a principal vantagem das compras on-line. Ao oferecer um canal de vendas pela Internet você aumenta o alcance de sua marca e suas vendas atingem consumidores que você jamais conseguiria somente com lojas físicas.

No caso das franquias é importante tomar cuidado com o conflito de canais. Os franqueados veem no e-commerce um concorrente que tira vendas de suas lojas físicas. Infelizmente não estão de todo errados. Há sim uma parte de consumidores que deixam de comprar na loja física para comprar no e-commerce, mas há uma parte muito maior que não compraria se não fosse por Internet. A conta é sempre positiva para a empresa, mas lidar com esse conflito pode ser desgastante. É preciso ter uma política de preços bem definida e um diálogo aberto com os franqueados.

Existem várias estratégias que podem ser seguidas para levar consumidores da Internet para as lojas físicas, o que aumenta a satisfação dos franqueados. Outro ponto importante é buscar um modelo de comissionamento para os franqueados pelas vendas geradas pela Internet, caso contrário eles não entrarão no jogo e, no final, todos perdem.

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