O que é Full Commerce?

Você sabe o que é Full Commerce?

O modelo de negócio Full Commerce tem sido adotado de maneira frequente no Brasil. Isso devido ao crescimento exacerbado do comércio eletrônico local, que parte de diversos setores, e apresenta um evolução em seu preparo, com melhorias que surgem conforme o tempo. Porém o número de empresas do varejo virtual que encerram suas atividades logo no primeiro ano de existência ainda é grande, levando gestores a adotarem o modelo Full Commerce. Você sabe o que é Full Commerce?

A prática de comércio denominada Full Commerce ocorre quando o empreendedor de um determinado varejo terceiriza toda a parte de planejamento, logística, marketing, atendimento ao cliente, meios de pagamento, segurança digital, operação, consultoria, entre outras atividades relacionadas a operação de um e-commerce. Acompanhe abaixo, uma explicação dinâmica sobre o que é Full Commerce, com o professor e sócio diretor da ComSchool, Maurici Junior:

A tendência do Full Commerce

A relação entre cliente e marca, ganha um elo de proximidade maior, endereçando ao lojista, um papel importante para a satisfação mútua do negócio. A disputa por novos clientes e fidelização de quem já adquiriu anteriormente algum produto, é maçante, portanto cada detalhe de uma operação, ganha uma importância significativa na conquista de novos consumidores.

O modelo Full Commerce, que ainda se encontra em fase emergente no país, apresenta serviços que otimizam os investimentos da empresa em tecnologia, logística e tempo, visando uma expansão positiva de seu negócio, com resultados financeiros e de performance avançada. Mas assim como qualquer outro modelo de negócio, a comunicação entre o online e empresa terceirizada, deve fluir de maneira eficaz, caso contrário os resultados deixarão a desejar.

Na prática

O varejista, prospectando ganhar tempo para focar nas vendas e outros setores, contrata uma empresa terceirizada de confiança, estabelecendo uma remuneração variável de acordo com os resultados de venda apresentados. As formas de contratação dependem do acordo entre ambas as partes, sendo negociável de acordo com o serviço solicitado.

Na prática, a operação consiste em realizar e organizar as integrações, tecnologias e aplicações de conteúdo no geral. O operador Full Commerce e cliente, juntamente, decidem onde e como cada um exercerá tais funções. Etapas iniciais de operação:

  • Planejamento
  • Integrações
  • Cadastro do produto
  • Layout;
  • Pós-venda
  • Comunicação interna
  • Conteúdo
  • Meios de pagamento e verificação de segurança
  • Certificação
  • Conteúdo
  • Rotinas e processos

Em termos de logística, a atuação do Full Commerce lida com o armazenamento e forma de entrega ao cliente. A recepção, estocagem, despacho, contato com transportadoras e variantes, também são de responsabilidade da empresa terceirizada. Assim como a troca e devolução de produtos.

No financeiro, não cabe somente à empresa terceirizada, o ato de vender, o setor acaba ficando responsável pelo controle de fluxo de caixa, valores de venda e frete, taxas, nota fiscal e impostos.

Além de fornecer ao varejista um visão integral sobre seu negócio, e maior tempo disponível para levantamento de soluções adequadas para a loja, o modelo Full Commerce apresenta múltiplos benefícios, confira:

– Agiliza as operações de lojas online

– Fácil monitoramento de canais envolvidos, consequentemente melhor solução de problemas

– Economia na logística e em outros setores

– Especialistas responsáveis por cada área em específico

– Eficiência tecnológica

– Dinamismo

– Otimização de resultados

– Diferencial competitivo no mercado

– Rentabilidade nas operações

– Comunicação alinhada com toda equipe envolvida.

Saiba mais sobre a expansão do E-commerce no Brasil.

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