O que temos a aprender com os piores Social Medias do Brasil

Em uma breve pesquisa pelas páginas de empresa no Facebook, logo percebemos o espantoso número de marcas que não levam as redes sociais a sério. É como a brincadeira diz: parecem ter sido feitas pelo sobrinho do dono. Acontece que delegar a gestão das redes sociais a pessoas despreparadas é não somente perigoso, como pode ser uma perda de dinheiro.

Felizmente, muitas empresas passaram a olhar para as redes sociais através de um novo prisma. Em vez de enxerga-las como uma obrigação do mundo moderno, as vêem como uma oportunidade de divulgar sua marca, e, principalmente, de se relacionar com o público. Sendo assim, empresas de todos os tamanhos, desde o salão de beleza do bairro à multinacional de cosméticos, disputam os escassos profissionais especializados em social media.

A importância de contratar um serviço responsável e íntegro é indiscutível. Na internet, qualquer deslize é rapidamente propagado a milhares, milhões de pessoas. E, naqueles piores casos, quando a marca erra feio, a ação se torna tão forte quanto um viral, mas com consequências negativas.

Aos que insistem em menosprezar o serviço de redes sociais e repassam a responsabilidade das contas a pessoas despreparadas, temos bons (ou maus) exemplos do que uma gestão irresponsável pode ocasionar.

O caso mais lembrado, da loja virtual Visou, é referência em como não agir no ambiente virtual. O administrador da página Visou no Facebook, contratado pela empresa para fazer a função de redes sociais, já vinha tratando a cliente com grosseria até que ela, abismada com o péssimo atendimento, menciona o Procon. Então, a coisa ficou ainda mais feia.

O rapaz responsável pela página baixou o nível, e a partir daí foi uma sucessão de erros. Em vez de se retratar, o funcionário da Visou apelou para ofensas pessoais gravíssimas contra a consumidora. Um escândalo que foi comentado em todos os cantos do Brasil, dentro e fora da internet, acabando com a reputação da marca em âmbito nacional da noite para o dia.

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Em outro péssimo exemplo de SAC 2.0, a lavanderia Ecolave nos ensina que as críticas devem ser recebidas da melhor maneira possível. Uma cliente insatisfeita com os preços do estabelecimento reclama na fanpage. Para sua surpresa, veio a resposta nada educada do administrador da página. Mais uma vez, o bom e velho printscreen é a arma do consumidor contra o assédio das empresas irresponsáveis. E, em questão de segundos, a imagem circulava pela internet, causando indignação e repulsa em milhares de pessoas. Veja aqui.

 

 


Esses cases reforçam que as mídias sociais representam um canal direto com o cliente, e toda e qualquer negócio precisa tratar com muita responsabilidade o atendimento nesses canais. Por isso, cada vez mais as empresas têm buscado profissionais qualificados para assumir esse ponto de contato com seus públicos.

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